A cidade portal da Amazônia completa hoje, 5ª feira, a mesma idade de Ji-Paraná, ou seja, 40 anos de emancipação politico-administrativa e para comemorar, a prefeitura fará um bolo de quarenta metros simbolizando o quadragésimo aniversário do município. O município é conhecido como Portal da Amazônia por estar situado na entrada da região Amazônica Ocidental. Além disso, é conhecida também como cidade clima da Amazônia por ter uma temperatura média menor que outras cidades da Região Norte.

O nome ‘Vilhena’ foi denominado por Cândido Rondon em homenagem ao engenheiro maranhense chefe da Organização Telegráfica Pública, que se chamava Álvaro Coutinho de Melo Vilhena. Atualmente possui uma população estimada em 99.934, segundo dados de 2016 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo o quarto município mais populoso de Rondônia. Possui também o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado.

A cidade encontra-se em constante expansão nos setores da indústria, comércio e serviços, além de constituir um forte polo agrícola na região. Além disso, o município vem se tornando um grande polo educacional, atraindo diversos estudantes de uma macrorregião que abrange a região sul de Rondônia e norte do Mato Grosso.

Vitório Alexandre Abrão, de 67 anos, veio de Mato Grosso para Vilhena no ano de 1971, e reside em Vilhena há cerca de 46 anos. Vitório relata que “quando cheguei aqui a cidade era uma pequena vila. Havia no máximo umas mil pessoas, tinha apenas um pedaço da Major Amarante e Marechal Rondon. Tinha o posto do seu Nonato e um picadão que ia até o posto do seu Manoel Correia, em torno destes postos começou a se criar uma pequena vila. Na Major havia um pouco de comércio e tinha por lá uma casa onde ficava o pelotão da guarda territorial, que dava apoio e suporte ao município”, conta o morador.

Segundo ele, havia uma cancela que era fechada a BR-364 às 18h, não permitindo que após este horário ninguém mais transitasse. Tinha também a base aérea comandada pelo sargento Aimoré. Vitório enfatiza que “Vilhena não nasceu em função do posto telegráfico, mas sim em função do correio aéreo nacional montado para entrega de cartas que vinham para a Amazônia e como não tinha acesso à Força Aérea Brasileira (FAB) montou um posto”.


Vitório pondera que Vilhena funciona como uma cidade polo na área da educação e da indústria, devido a toda sua infraestrutura e clima agradável. O pioneiro conta que foi o primeiro prefeito eleito pelo voto em 1982, no período a administração tinha a duração de seis anos. Mas devido sua inexperiência e atritos enfrentados, ficou apenas por um ano e oito meses.



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2 COMENTÁRIOS

  1. Gostaria de comentar o artigo “Foto mostra Vilhena de 40 anos atrás”. Meu nome é José Francisco de CAMPOS Filho e tive a oportunidade e honra de ter, como militar da Força Aérea Brasileira (FAB), servido no Destacamento da FAB no período de 1974 a 1976 (02 anos). Eu, minha esposa Maria do Amparo e meu filho, então com 02 anos de idade, Renato Luiz. A foto apresentada me trás boas lembranças. No fundo, ao alto da foto, eu residia na primeira casa. Lembro-me do Sr. Laerte que tinha um armazém na beira da BR-364 (entre a pista e a BR). Do Sabino que foi grande amigo meu e que, hoje, tem uma rua em Vilhena com seu nome (Sabino Bezerra de Queiroz), do Fininho, dono de uma quitanda de frutas e verduras. Lembro-me do Gilberto, um dos primeiros, ou o primeiro administrador da então Vila de Vilhena. E, é claro, lembro-me do Sgt Aimoré Horta Pereira (Sgt Aimoré). Foram bons momentos que passei na maravilhjosa Vila de Vilhena, hoje uma grande cidade. Naquela época era muito difícil tirar fotografias, diferente dos dias de hoje. Se eu tivesse alguma foto lhes enviaria para o acervo de V.Sas. Hoje, sou militar da reserva, ocupando o posto de Tenente-Coronel e resido na cidade de São José dos Campos-SP. Felicidades e um grande abraço a eese povo rondoniense.

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