Aliados de Bolsonaro buscam adesão a atos de rua no domingo (26)

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Em meio a discursos erráticos do presidente Jair Bolsonaro em relação ao Congresso, um núcleo de fiéis apoiadores usa as redes sociais para pedir adesão popular aos atos pró-governo marcados para o próximo domingo (26). A pauta, no entanto, gera divergências.

Líderes ligados ao movimento evangélico e aos caminhoneiros endossam os atos em favor do presidente, mas evitam corroborar mensagens radicalizadas de grupos que pedem o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Quase a metade da bancada do PSL na Câmara usou as redes para convocar os manifestantes.

Há atos previstos em pelo menos 60 cidades, em todas as capitais e no Distrito Federal. Ainda que o objetivo central seja o apoio às pautas do Planalto como a Previdência, o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro e a Medida Provisória 870 — que reorganiza a estrutura do governo e está sob ameaça —, alguns grupos defendem do enfrentamento ao Centrão à criação da CPI da Lava Toga, além do impeachment de ministros do Supremo como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Grande parte das páginas que divulgam os atos pede que apoiadores vistam verde-amarelo.



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