Agevisa lança em Rondônia o Dezembro Vermelho contra Aids

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A diretora geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), enfermeira Ana Flora Gerhardt, lançou oficialmente em Rondônia a campanha Dezembro Vermelho, o mês de conscientização e combate à Aids, que no estágio avançado ataca o sistema imunológico da pessoa. Há décadas, ela é também conhecida por Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

A referência ao laço vermelho simboliza a solidariedade de pessoas ao redor do mundo com a resposta à epidemia de AIDS. A campanha tem a participação da UNAIDS, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, que lidera e inspira o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à doença.

“Vamos sensibilizar a população quanto ao sexo seguro, num ritmo de trabalho semelhante ao das demais campanhas de controle de outras doenças”, anunciou Ana Flora.

Segundo ela informou, seis regionais de saúde do Estado estão empenhadas no trabalho de conscientização, porém, a Agevisa espera contar com o máximo empenho dos prefeitos. “Só teremos êxito total na campanha, se eles se dedicarem bem, o mês inteiro, na reorganização dos CTAs”, assinalou.

Em dezenas de banners colocados no salão, as pessoas leem informações detalhadas a respeito da epidemia de Aids através dos tempos. A Agevisa enviou comunicado aos municípios com apelo para que prefeitos e secretários entrem em ação imediatamente.


“Com nível de escolaridade de 2º grau completo e acesso às mídias, as pessoas, especialmente do sexo masculino, estão mais conscientes e têm conhecimento da necessidade da prevenção”, diz Ana Flora.

De 1º de janeiro de 2018 a 26 de novembro deste ano houve em Rondônia redução de notificações de casos de HIV, 220 a menos, de 872 para 652, conforme o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.

A faixa etária de maior incidência da doença é de 20 a 29 anos, entre pessoas que se declaram da raça parda, do sexo masculino e com escolaridade de ensino médio completo, explicou a coordenadora estadual de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) , Gilmarina Araújo.

A coordenadora disse que a adesão ao tratamento adequado diminuiu o adoecimento: “Quando se descobre a doença precocemente é mais fácil o controle”.



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