A realidade do trânsito é dura e todos os dias não se cansa de produzir vítimas. Somente este ano, de janeiro a maio, ocorreram em Ji-Paraná 495 acidentes que provocaram cinco mortes. Em 2017, no mesmo período foram 567 acidentes com seis ocorrências fatais. Para baixar este números esforços não faltam. Os mais louváveis são aqueles educativos e, entre estes, os indiscutíveis são aqueles realizados com crianças, que um dia serão condutores de veículos automotores.

O programa Agentes do Trânsito Mirins, é uma das grandes iniciativas nesta área. Coordenado pelo Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia, este programa fez a formatura nesta quarta-feira (4) e ontem, quinta-feira (5) de 310 novos Agentes de Trânsito Mirins, em dois locais: no Auditório Leila Barreiros, na quarta-feira, e na Escola Rio Urupá, ambos no Primeiro Distrito de Ji-Paraná.

Todas as crianças, alunas dos 4ºs e 5º anos do Ensino Fundamental, receberam suas carteirinhas de Agentes Mirins de Trânsito nas respectivas solenidades das mãos de autoridades e professores. Para ter direito a este documento eles passaram por uma formação na forma de três aulas teóricas e uma prática, que se deu nas ruas em frente às escolas, quando eles observaram o trânsito e o comportamento de motoristas e motociclistas.

“Agora de posse das carteirinhas eles poderão atuar  ‘fiscalizando’ seus pais e parentes e aplicando minimultas onde há oito ‘infrações’ que somam pontos. Os pais que se cuidem com esses agentes agora em casa porque eles vão ser rigorosos”, alerta Marta Luna, da Divisão de Educação de Trânsito do Detran de Ji-Paraná.

Na escola estadual Carmen Rocha de Ji-Paraná há outros 190 alunos já em formação, o que totalizará até agosto 580 novos Agentes Mirins de Trânsito em Ji-Paraná. Outras cidades como Alta Floresta, Cabixi, Rolim de Moura e Ariquemes também deram a sua contribuição entregando outras 870 carteirinhas aos pequenos agentes de trânsito capacitados nessas cidades.


No segundo semestre este trabalho continua aqui em Ji-Paraná, porque vamos passar a trabalhar com alunos do Ensino Fundamental de escolas privadas”, finaliza Marta Luna.

 



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