Em seu discurso, em São Paulo, na tarde desta terça (7), o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar instituições como o Supremo tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele referiu-se nominalmente o ministro Alexandre de Moraes e voltou a criticar o sistema eleitoral brasileiro. Por fim, declarou que só Deus o tira da cadeira presidencial e disse que “nunca será preso”.

De início, o mandatário voltou a criticar a condução da pandemia do novo coronavírus e afirmou que os brasileiros “passaram por momentos difíceis na pandemia, mas pior do que o vírus foram as ações de governadores e prefeitos” que “tolheram o direito de ir e vir”. A fala foi um ataque às medidas de distanciamento social promovidas nos estados e municípios para combater a proliferação da covid-19, que já levou quase 585 mil brasileiros a óbito.

Na sequência, Bolsonaro novamente duvidou da legitimidade das urnas eletrônicas. O presidente voltou a pedir a adoção do voto impresso para as próximas eleições e disse que é inadmissível ter “um sistema eleitoral que não oferece qualquer confiança”.

Sem ter seu nome citado, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, também foi alvo de ataques do presidente. “Não posso participar de uma farsa como essa patrocinada pelo presidente do TSE. Não é uma pessoa do TSE que vai nos dizer que esse processo é seguro e confiável”, bradou.

Bolsonaro esteve acompanhado dos seguintes ministros: Onyx Lorenzoni, do Trabalho; Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura; Fábio Faria, das Comunicações; Luiz Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência; Bento Albuquerque, de Minas e Energia; Augusto Heleno, do GSI; Gilson Machado, do Turismo; Milton Ribeiro, da Educação; Joaquim Leite, do Meio Ambiente; e Carlos França, das Relações Exteriores.




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