Estado realiza em PVh formação sobre TDAH para professores

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A CAPACITAÇÃO ACONTE

A Superintendência do Estado para Resultados (EpR) organizou hoje (19) uma capacitação de professores para lidar com alunos portadores de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, também conhecido pela sigla TDRH. O treinamento, destinado a docentes da rede municipal de Porto Velho e da rede estadual no Hotel Rondon, aconteceu em apoio a criação do aplicativo TDAHMENTE, que auxilia na identificação do transtorno.

O aplicativo foi criado para ajudar professores a diagnosticar crianças e adolescentes em sala de aula com o transtorno. “Se o aluno é desatento, se ele não consegue interagir e possui baixo rendimento. O professor vai detectar o TDAH e repassar para especialistas”, nos fala o coordenador do aplicativo Cleiton Araújo.

O aplicativo oferece recursos pedagógicos que podem ajudar no desenvolvimento cognitivo. Jogos e musicoterapia, são umas das ferramentas que pode auxiliar os professores quando é identificado o TDAH e aumentar o rendimento no desenvolvimento do aprendizado escolar.


De acordo com o coordenador do projeto, a rede de ensino de Rondônia não têm profissionais para trabalhar nessa área. “Esse projeto é importante, pois, cria um grupo de profissionais que vão disseminar essa ferramenta para todo o estado, além da grande parcela de relevância social”, fala Cleiton. Nessa primeira etapa, o projeto capacita um grupo de professores de educação especial e orientadores, mas em 2019, o projeto será ampliado para os demais municípios.

O PROJETO TEVE INÍCIO por alunos do Instituto Estadual Carmela Dutra, com colaboração científica de professores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e Secretaria Municipal de Educação (Semed) o projeto alcança os primeiros professores.

Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) também contribuiu para que fosse concretizado o app. Os idealizadores afirmam que o transtorno quando não é tratado corretamente traz prejuízo à aprenduzagem. Por isso a preocupação em capacitar profissionais da educação.



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