A Feira Municipal de Artes (Femarte) de Ji-Paraná estreou neste sábado com a grande expectativa de tornar-se o melhor evento do gênero em toda a região. Quem foi até lá, no prédio do Feirão do Produtor, da 16 às 22 horas, encontrou uma grande, criativa e variada produção dos artesãos ji-paranaenses. Não há um número preciso de quantas pessoas passaram por lá, mas estima-se que mais de 3 mil delas tenham prestigiado a estreia da Femarte no novo local.

Agora não é mais necessário que os artesão armem as barracas uma vez que os boxes estão prontos para serem ocupados. Outro ponto ressaltado por vários deles foi o ambiente coberto, o que os protege da chuva repentina, responsável por alguns prejuízos consideráveis em várias ocasiões. Estes foram pontos desfavoráveis na primeira edição da Femart, que acontecia ao ar livre na Praça do Jardim dos Migrantes.

A praça de alimentação do lado de fora do prédio do Feirão também foi responsável por atrair muitos visitantes. Maria Vieira Pereira, a Maria da Pamonha, estava firme ali com suas pamonhas, tapiocas, doces, bolos de castanha. Para ajudá-la ela trouxe a neta Melissa, de apenas dez anos. “O lugar aqui é melhor e mais protegido. Agora a Femart vai decolar”, disse.

Adélia Abreu Ávila, a Tia Adélia, também marcou presença com seus doces caseiros e algumas das especialidades como os doces de leite, de banana e os conhecidos doces de leite pastosos com cacau e banana. “Esta estrutura aqui é bem melhor e o local é mais central para o público”, disse Adélia à reportagem do Repórter RO, que contou com a ajuda do marido José Ávila e da cunhada Maria do Carmo.

Quem também estava presente foi o famoso João das Pedras, com seus vasos, brincos, colares, pulseiras, brincos, chaveiros, terços, tudo de pedras semi-preciosas. Já Edna Pereira enquanto aguardava clientes fazia seus crochês tecendo ali mesmo seus tapetes. Em sua banca, também havia uma grande variedade de produtos de sua própria lavra como panos de prato, puxa-sacos, capas de bebedouros e muitos outros. Maria Antonia Lock também levou para o evento mais de cem peças bordadas e pintadas, todas para adorno doméstico. “Faz mais de seis meses que venho produzindo minhas peças e estou muito satisfeita com o interesse que elas despertaram nas pessoas”, declarou.




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