Fiscalização rigorosa é necessária neste momento, diz ministro

FOI O QUE DISSE SARNEY FILHO, DO MEIO AMBIENTE, EM PORTO VELHO, SOBRE O DESMATAMENTO DAS FLORESTAS

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AO LADO DO MINISTRO , CONFÚCIO DEFENDEU REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA PARA FIM DO DESMATAMENTO

A oferta de alternativas econômicas para as famílias é fundamental para o sucesso da preservação ambiental. Foi o que disse ontem em Porto Velho o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente, destacando que a fiscalização rigorosa é necessária neste momento e será utilizada para conter a exploração das florestas.

Sarney Filho veio a Porto Velho com o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro Raimundo Deusdará Filho, a presidente do Ibama, Suely Araújo, Vicente Andreu, presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), e o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Ricardo Soavinski.

A comitiva, denominada Caravana Verde, percorre a Amazônia estabelecendo parcerias com governos estaduais e prefeituras, além de difundir a nova dinâmica do ministério. Reunido com o governador Confúcio Moura, no Palácio Rio Madeira, Sarney Filho disse que não existe mais o tempo em que o Ministério do Meio Ambiente ditava as regras sem a participação dos Estados e municípios. Para ele, a política ambiental também se fundamenta em ouvir e atender quem preserva. Para isto, defendeu mudança nos rumos da destinação de recursos.
“O Fundo da Amazônia recebeu um milhão de dólares, mas apenas seis municípios apresentaram pequenos projetos e o dinheiro estava sendo usado por técnicos e consultores, isto não está certo”, asseverou o ministro.

Após anunciar a transferência de recursos para o Estado e conhecer projetos ambientais que estão em execução, Sarney Filho afirmou que o Estado brasileiro tem uma dívida com a Amazônia. “Esta conta precisa ser sanada”, disse. O ministro disse que a destruição cresceu nos últimos anos em razão da falta de recursos para investir no setor. Ele também fez críticas à comunidade internacional que difunde a importância da Amazônia, exige a preservação, mas não investe no serviço ambiental prestado. Sarney Filho sustentou que a melhor política é a valorização de quem preserva. Ele também citou casos bem-sucedidos, que remuneram melhor, produzem emprego de qualidade.



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